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A FORMA CONDICIONAL

           Como o próprio nome está dizendo, esta forma é usada para expressar a condição de algo ou não. Ou seja, é a famosa tradução literal de “se” e “quando”, a grosso modo.

Existem três maneiras de se formar a condição em japonês:
Através da forma –eba, da forma –tara e da forma –to.
As construções dessas formas são feitas das seguintes maneiras:
Tanto os verbos do tipo I quanto II, a forma –eba é feita substituindo o –u final por –eba e no caso de adjetivos que terminem em –i, este é trocado por –kereba. Assim:
Okosu (acordar) fica okoseba (se acordar)
Kotaeru (responder) fica kotaereba (se responder)
Samui (frio) fica samukereba (se for frio)

Para a forma –tara, acrescenta-se –ra ao passado comum dos verbos e adjetivos. Assim:
Isogu (apressar-se) muda para isondara (quando apressar-se)
Ijimeru (judiar) muda para ijimetara (quando judiar)
Mabushii (ofuscante) muda para mabushikattara (quando ofuscante)

            E a forma –to é conseguida simplesmente acrescentando o to ao infinitivo do verbo e adjetivo. Assim:
Kurikaesu (repetir), fica kurikaesu to
Kieru (desaparecer), fica kieru to
Kiiroi (amarelo), fica kiiroi to

            A forma –ba não pode ser usada com oração, sentença, etc que indiquem passado, mas quando esta precisar ser expressa, usa-se a forma –tara:
Mitara, shinjimashita (quando vi, acreditei)

A forma –to igualmente não pode ser usada com frases que indiquem tempo passado nem tampouco as que expressem convite ou pedido. E mais uma vez, quando isso ocorrer, usa-se a forma –tara. Portanto, não se diz “okane ga aru to, haratte kudasai”, mas sim okane ga attara, haratte kudasai (se tiver dinheiro, pague por favor).
Resumindo, as formas to e –eba são usadas para indicar uma condição em termos gerais; já a forma –tara é usada numa condição específica. Por exemplo:
Sagasu to, au koto ga dekimasu (se procurar, acha)
Sagaseba, aimasu (é possível encontrar, se procurar)
Ashita, attara, watasou (amanhã, se [quando] encontrar, entregarei)

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